Charles Perrault (Paris, 12 de janeiro de 1628 – Paris, 16 de maio de 1703) foi um escritor e poeta francês do século XVII, que estabeleceu as bases para um novo gênero literário, o conto de fadas, além de ter sido o primeiro a dar acabamento literário a esse tipo de literatura, o que lhe conferiu o título de "Pai da Literatura Infantil". As suas histórias mais conhecidas são Le Petit Chaperon rouge (Chapeuzinho Vermelho), La Belle au bois dormant (A Bela Adormecida), Le Maître chat ou le Chat botté (O Gato de Botas), Cendrillon ou la petite pantoufle de verre (Cinderella), La Barbe bleue (Barba Azul) e Le Petit Poucet (O Pequeno Polegar).[1][2]Contemporâneo de Jean de La Fontaine, Perrault também foi advogado e exerceu algumas atividades como superintendente do Rei Luís XIV de França. A maioria de suas histórias ainda hoje são editadas, traduzidas e distribuídas em diversos meios de comunicação, e adaptadas para várias formas de expressões, como o teatro, o cinema e a televisão, tanto em formato de animação como de ação viva.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Dia das crianças
| Dia das crianças | |
|---|---|
| Tipo | Mundial |
| Data | 20 de novembro – Dia Mundial da Criança segundo a ONU; 1 de junho – Portugal, entre outros países; 12 de outubro – Brasi |
O dia das crianças é reconhecido em várias nações ao redor do mundo para homenagear as crianças, cuja data efetiva de comemoração varia de país para país. Foi proclamado pela primeira vez durante a Conferência Mundial para o Bem-estar da Criança em Genebra em 1925, sendo celebrado desde então o Dia Internacional da Criança a 1 de junho, adotado em países como Angola, Portugal e Moçambique. No Brasil, o dia das crianças é solenizado em 12 de outubro.
A ONU reconhece o dia 20 de novembro como o Dia Mundial da Criança, por ser a data em que foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos da Criança em 1959 e a Convenção dos Direitos da Criança em 1989.
Em Portugal
Em Portugal, o dia das crianças é festejado no dia 1 de junho.
Esta efeméride assinalou-se pela primeira vez em 1950 por iniciativa das Nações Unidas, com o objetivo de chamar a atenção para os problemas que as crianças então enfrentavam. Neste dia, os Estados-Membros reconheceram que todas as crianças, independentemente da raça, cor, religião, origem social, país de origem, têm direito a afeto, amor e compreensão, alimentação adequada, cuidados médicos, educação gratuita, proteção contra todas as formas de exploração e a crescer num clima de Paz e Fraternidade.
Oficialmente, o dia é assinalado pela Organização das Nações Unidas (ONU) a 20 de novembro, data em que no ano de 1959 foram aprovados pela Assembleia-Geral da ONU os Direitos da Criança. Na mesma data (20 de novembro), mas no ano de 1989, foi adotada pela Assembleia-Geral da ONU a Convenção dos Direitos da Criança que Portugal ratificou em 21 de setembro de 1990.
Camilo Castelo Branco
Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco (Mártires, Lisboa, 16 de Março de 1825 — Vila Nova de Famalicão, São Miguel de Seide, 1 de Junho de 1890) foi um escritor português, romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor. Foi ainda o1.º Visconde de Correia Botelho, título concedido pelo rei D. Luís. Foi um dos escritores mais prolíferos e marcantes da literatura portuguesa.
Há quem diga que, em 1846, foi iniciado na Maçonaria do Norte, o que é muito estranho ou algo contraditório, pois há indicações de que, pela mesma altura, na Revolta da Maria da Fonte, lutava a favor dos Miguelistas como "ajudante às ordens do general escocês Reinaldo MacDonell", que criaram a Ordem de São Miguel da Ala precisamente para combater a Maçonaria. Do mesmo modo, muita da sua literatura demonstra defender os ideais legitimistas e conservadores ou tradicionais, desaprovando os que lhe são contrários.
Teve uma vida atribulada, que lhe serviu muitas vezes de inspiração para as suas novelas. Foi o primeiro escritor de língua portuguesa a viver exclusivamente dos seus escritos literários. Apesar de ter de escrever para o público, sujeitando-se assim aos ditames da moda, conseguiu manter uma escrita muito original.
Dentro da sua vasta obra, também se encontra colaboração da sua autoria em diversas publicações periódicas como O Panorama, a Revista Universal Lisbonense , A illustração luso-brasileira (1856-1859), Revista Contemporânea de Portugal e Brasil (1859-1865), Archivo pittoresco (1857-1868), A Esperança (1865-1866), Gazeta Literária do Porto (1868) (também chamada de Gazeta de Camilo Castelo Branco devido à sua extensa colaboração como redator), a revista literária República das Letras (1875), Ribaltas e Gambiarras (1881), A illustração portugueza(1884-1890), e a título póstumo nas revistas A semana de Lisboa (1893-1895), Serões (1901-1911) e Feira da Ladra(1929-1943).
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Voltaire
François Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire (Paris, 21 de novembro de 1694 — Paris, 30 de maio de 1778), foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês.
Conhecido pela sua perspicácia e espirituosidade na defesa das liberdades civis, inclusive liberdade religiosa e livre comércio, é uma dentre muitas figuras do Iluminismo cujas obras e ideias influenciaram pensadores importantes tanto daRevolução Francesa quanto da Americana. Escritor prolífico, Voltaire produziu cerca de 70 obras em quase todas as formas literárias, assinando peças de teatro, poemas, romances, ensaios, obras científicas e históricas, mais de 20 milcartas e mais de 2 mil livros e panfletos.
Foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Voltaire é o patriarca de Ferney. Ficou conhecido por dirigir duras críticas aos reis absolutistas e aos privilégios doclero e da nobreza. Por dizer o que pensava, foi preso duas vezes e, para escapar a uma nova prisão, refugiou-se naInglaterra. Durante os três anos em que permaneceu naquele país, conheceu e passou a admirar as ideias políticas deJohn Locke.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
27 de Maio de 1980 – É restabelecida em Coimbra a tradicional festa da Queima das Fitas, suspensa desde 1969.
A semana académica é uma festividade estudantil do Ensino Superior. Normalmente, cada universidade tem a sua própria semana académica. Apesar dos vários nomes dados a essa semana ("Enterro" na Universidade de Aveiro, "Enterro da Gata" na Universidade do Minho etc.), esta é comummente chamada de "Queima", referindo-se à "Queima das Fitas", por ser o nome da semana académica mais antiga do país (Universidade de Coimbra), e também o nome mais comum das semanas académicas de todo o país.
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27 de Maio
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1980 – Restabelecida em Coimbra, Portugal, a tradicional festa da Queima das Fitas, que não se realizava desde 1969.
http://virtualia.blogs.sapo.pt/15213.html
No ano 2012, a Queima das Fitas de Coimbra bateu o recorde de espectadores num só concerto com a passagem de cerca de 60 mil pessoas pelo recinto na noite que a cidade dos estudantes recebeu o famoso DJ Steve Aoki. No final da semana festiva nesta cidade nesse mesmo ano, o recinto dos espectáculos viu passar 200 mil pessoas para assistir a concertos.No Brasil, a semana acadêmica é um evento estudantil do Ensino Superior em que ocorrem palestras e oficinas para os estudantes, ao invés de aulas normais. Geralmente pessoas de fora da universidade são convidadas para compartilhar conhecimento.
No ano seguinte (2013), o DJ Hardwell, ultrapassou a fasquia do ano anterior, e registou o maior número de pessoas de sempre,na Queima das Fitas de Coimbra.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_Acad%C3%A9mica27 de Maio
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1980 – Restabelecida em Coimbra, Portugal, a tradicional festa da Queima das Fitas, que não se realizava desde 1969.
http://virtualia.blogs.sapo.pt/15213.html
segunda-feira, 23 de maio de 2016
1949 – Nasce oficialmente a República Democrática Alemã (RDA) como consequência da 2ª Guerra Mundial.
A derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial resultou na divisão do país, que se tornou o marco de dois blocos político-econômicos antagônicos. Era o início da Guerra Fria. A Alemanha permaneceu dividida até 1990.
As tropas alemãs capitularam em 8 e 9 de maio de 1945. Os membros do último governo do Reich, encabeçado pelo almirante Karl Dönitz, foram presos. Juntamente com outros líderes da ditadura nazista, ele respondeu por crimes de guerra e contra a humanidade perante o Tribunal de Nurembergue, instaurado pelos Aliados.
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No dia 23 de maio de 1949, os aliados ocidentais promulgaram a Lei Fundamental, elaborada por um conselho parlamentar, dando origem à República Federal da Alemanha (RFA). A denominação Lei Fundamental sublinhava seu caráter provisório, pois somente depois que o país voltasse a ser uma unidade deveria ser ratificada uma Constituição definitiva. O novo Estado tinha Bonn por capital.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Chegada a Calecute - Vasco da Gama
A descoberta do caminho marítimo para a Índia é a designação comum para a primeira viagem realizada directamente da Europa para a Índia, pelo oceano Atlântico, feita sob o comando do navegador português Vasco da Gama durante o reinado do rei D. Manuel I, em 1497-1499. Uma das mais notáveis viagens da era dos Descobrimentos, consolidou a presença marítima e o domínio das rotas comerciais pelos portugueses.
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Em 17 de Maio de 1498, a frota alcançou Kappakadavu, próxima a Calecute, no actual estado indiano de Kerala[1] , ficando estabelecida a rota no oceano Índico e aberto o caminho marítimo dos Europeus para a Índia.
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Vasco da Gama conseguiu obter uma carta ambígua de concessão de direitos para comerciar, comprovatória do encontro que dizia:
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Mário de Sá-Carneiro
Mário de Sá-Carneiro (Lisboa, 19 de Maio de 1890 — Paris, 26 de Abril de 1916) foi um poeta, contista e ficcionista português, um dos grandes expoentes do modernismo em Portugal e um dos mais reputados membros da Geração d’Orpheu.
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Na fase inicial da sua obra, Mário de Sá-Carneiro revela influências de várias correntes literárias, como o decadentismo, o simbolismo, ou o saudosismo, então em franco declínio; posteriormente, por influência de Pessoa, viria a aderir a correntes de vanguarda, como ointerseccionismo, o paulismo ou o futurismo.
Nessas pôde exprimir com vontade a sua personalidade, sendo notórios a confusão dos sentidos, o delírio, quase a raiar a alucinação; ao mesmo tempo, revela um certo narcisismo e egolatria, ao procurar exprimir o seu inconsciente e a dispersão que sentia do seu «eu» no mundo – revelando a mais profunda incapacidade de se assumir como adulto consistente.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Shakespeare e Cervantes: 400 anos depois da morte
As vidas de William Shakespeare e Miguel Cervantes nunca se encontraram. Até ao dia da sua morte. No dia em que se contam quatro séculos depois destes dois gigantes da literatura terem morrido, estabelecemos uma pequena comparação entre os dois – numa pequena homenagem
“Como são loucos os mortais!”
William Shakespeare, Sonho de uma noite de verão
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“Há remédio para tudo, exceto para a morte.”
Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha
No dia em que William Shakespeare nascia, a 26 de abril de 1564 em Stratford-upon-Avon, Inglaterra, Miguel Cervantes ia já a caminho dos 17. Os seus caminhos não se cruzariam até à morte de ambos há (quase) exatamente 400 anos: no dia 23 de abril de 1616 William morria na sua cidade natal e Miguel em Madrid. No entanto hoje, 400 anos depois, há quem defenda que nem no último suspiro os dois autores foram coincidentes: os investigadores do escritor espanhol apontam para a possibilidade de este ter morrido no dia 22 (ainda que as comemorações oficiais se mantenham, para os dois, no mesmo dia).
Fora a partida que o destino lhes pregou (no mesmo dia?), o pai de Hamlet e o de D. Quixote de La Mancha parecem ter pouco em comum. O príncipe da Dinamarca é introspetivo e contemplativo, D. Quixote um pequeno fidalgo espanhol triste e idealista, que vai estabelecendo uma relação transformadora com Sancho Pança. A personagem de Shakespeare é descrente e trágica, tentando vingar a morte do pai; a de Cervantes tem uma fé imcompreensível e é movida por um entusiasmo inesgotável. O primeiro fala-nos das fraquezas e da condição humana, o último põe em destaque os valores morais e a capacidade de transformação.
Hamlet, Julio César, Macbeth, O Rei Lear, Romeo and Juliet. Shakespeare escrevia pela arte de escrever, com um vocabulário riquíssimo e capaz de originar uma explosão poética de sons, sentidos e significados. Já Miguel de Cervantes, com Dom Quixote e Sancho Pança e darem corpo à sua obra-prima, é mais simples e despreocupado: escreve o que escreve, mais focado naquilo que escreve e conta do que na forma como o faz.
Apesar de serem homens de um mesmo tempo, tiveram vidas bem diferentes. Não só pelos meios onde nasceram e cresceram (Cervantes vinha de uma família com dificuldades económicas, aspeto que não era um problema para Shakespeare), mas também por aquilo em que se tornaram. O espanhol, soldado durante vários anos, perdeu a mão esquerda na guerra, tendo ainda sido cobrador de impostos, preso, noviço e, finalmente, escritor. Dom Quixote trouxe-lhe a fama, ainda vivo. Já o inglês, apesar de hoje a sua obra ser considerada universal, não teria o mesmo reconhecimento em vida: o teatro era, naquela época, uma arte menor e quando Shakespeare morreu nem sequer teria direito a cerimónias oficiais em Stratford-upon-Avon (como aquelas que assistimos nos dias hoje), nem a uma homenagem escrita ou palavras de despedida. A sua vida seria apenas reconhecida depois da morte.
Foi a morte que o imortalizou. Foi com o fim da vida que a sua obra ressuscitou aos olhos dos outros. Como já dizia o seu contemporâneo espanhol, pela boca de Dom Quixote, quando “uma porta se fecha, outra se abre.” Hoje, 400 anos depois, são várias as portas que se abrem na nossa memória.
Nota: A Biblioteca da ESCM também homenageou estes dois escritores:
Shakespeare 400 anos
23 abr. - 28 maio '16 | Sala de Referência | Entrada livre
Quem não conhece a expressão: ser, ou não ser, eis a questão... (1)Pode-se afirmar, sem qualquer dúvida, que quase todos sabem que foi escrita por Shakespeare e que constitui o começo do primeiro verso daquilo que poderíamos classificar como um poema monológico integrado no poema dramático Hamlet. Felizes são «aqueles que por obras valerosas se vão da morte libertando», como Camões lembrou. É que se, por um lado, estamos a evocar a passagem de 400 anos sobre a data da morte do seu autor, por outro lado, estamos a dizer que ele continua vivo, dado que todos os dias alguém, no mundo, lembra e pronuncia uma frase por si escrita ou assiste a uma representação (quer em teatro, quer em cinema) de uma das muitas obras que nos deixou. William Shakespeare foi um autor (poeta e dramaturgo) e ator inglês que nasceu em 1564 e morreu em 1616 (ambos os momentos a 23 de abril) (2). A sua obra é vasta. Aceita-se, comummente, que compôs 38 peças de teatro (tragédias e comédias baseadas em factos e personagens históricas), 154 sonetos, 2 longos poemas narrativos e diversos pequenos poemas. Em todos os seus escritos perpassa o tratamento do homem como escravo das suas paixões, nos diversos contextos políticos e culturais, transformando-se, contudo, ao mesmo tempo, em poeta do amor.
Foi o romantismo que o redescobriu, sobretudo o alemão. Em Portugal começou a ser apreciado em italiano através das representações das óperas de Bellini - [I Capuleti e i Montecchi = Os Capuletos e os Montequios = Romeu e Julieta], levada a cena em 1835, em Lisboa e no Porto, - e de Verdi - Macbeth, representada no S. Carlos, em 1849 -, em cujos programas se publicava o texto em italiano e em português (3).
O rei português, D. Luís, em 1877, começou a publicar uma série de traduções (4) das obras de W. Shakespeare, tornando-o acessível a quem não dominava o inglês ou o francês – língua em que foi abundantemente lido em Portugal, durante o século XIX. Essas traduções foram importantes para a difusão da sua obra, tanto em Portugal como no Brasil.
Revisitemos, na tradução do rei D. Luís, uma adaptação em prosa do poema declamado por Hamlet: «Ser ou não ser, eis o problema. Uma alma valorosa, deve ela suportar os golpes pungentes da fortuna adversa, ou armar-se contra um dilúvio de dores, ou pôr-lhes fim combatendo-as? Morrer, dormir, mais nada, e dizer que por esse sonho pomos termo aos sofrimentos do coração e às mil dores legadas pela natureza à nossa carne mortal; e será esse o resultado que mais devamos ambicionar? Morrer, dormir, dormir, sonhar talvez; terrível perplexidade.»
João José Alves Dias
CEH; CHAM/UNL
(1) No original «To be, or not to be, that is the question...» (III Ato, 1.ª Cena).
(2) Na verdade os 400 anos da morte de Shakespeare só ocorrem a 3 de maio porque a Inglaterra só adotou a reforma do Calendário, proposta pelo Papa Gregoriano, em 1752.
(3) A ópera representada em Lisboa, no Teatro S. Carlos, em 1798, Giulietta e Romeo, do compositor Nicola Antonio Zingarelli, sobre libreto de Giuseppe Maria Foppa (estreada em Milão, em 1796), tem por base a novela quinhentista de Luigi da Porto, fonte comum de inspiração do tema também a W. Shakespeare.
(4) Com a colaboração do Conselheiro António José Viale, professor dele e dos filhos (D. Carlos e D. Afonso) escolhido por D. Fernando.
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