sexta-feira, 11 de março de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

COLABORAÇÃO DE ALUNOS DA ESCM NA LUTA CONTRA A LEPRA

Alguns alunos do 12ºD - Mariana Matos, Francisco Santos e Jéssica Meneses - levaram a cabo uma atividade meritória. Tratou-se de um peditório para angariação de verbas destinadas à luta contra a Lepra. A Biblioteca da ESCM agradece a colaboração.
                                                     http://www.aparf.pt/

Raoul Follereau (17 de Agosto 1903 — 6 de Dezembro 1977) fundou juntamente com a irmã Eugénia a Associação Raoul Follereau que ajuda e defende os leprosos desde 1967, em particular nos países de África.

A lepra é uma doença contagiosa, que passa de uma pessoa doente, que não esteja em tratamento, para outra. Demora de dois a cinco anos, em geral, para aparecerem os primeiros sintomas. O portador de hanseníase apresenta sinais e sintomas dermatológicos e neurológicos que facilitam o diagnóstico. Pode atingir crianças, adultos e idosos de todas as classes sociais, desde que tenham um contato intenso e prolongado com bacilo. Pode causar incapacidade ou deformidades quando não tratada ou tratada tardiamente, mas tem cura. O tratamento geralmente é fornecido por sistemas públicos de saúde (como o brasileiro Sistema Único de Saúde).

Semana da Mulher - 8 a 11 de março



Organização: Grupo de alunas do Curso de Técnico de Organização de Eventos

sexta-feira, 4 de março de 2016

O primeiro número do Público saiu para as bancas em 5 de Março de 1990

Público é um jornal diário português fundado em 1990.
O jornal foi pioneiro a publicar artigos coleccionáveis, como CDs, CD-ROMs e livros, entre outros. Tem como cronistas, entre outros,Vasco Pulido Valente (historiador), Rui Ramos (historiador), Rui Tavares (historiador), Miguel Esteves Cardoso, Pedro Lomba, Paulo Macedo, José Vítor Malheiros, Constança Cunha e Sá (jornalista), José Pacheco Pereira (historiador), António Barreto (sociólogo),José Diogo Quintela (do grupo humorístico Gato Fedorento), José Miguel Júdice (jurista).
A Público Comunicação Social S. A. que publica o jornal Público pertence ao grupo empresarial português Sonae e foi fundado em 1989. O seu primeiro director foi Vicente Jorge Silva.
O primeiro número do Público saiu para as bancas em 5 de Março de 1990, com um Estatuto Editorial.[2] Este ainda se encontra em vigor.
A empresa Público, Comunicação Social S.A. foi constituída no dia 31 de Outubro de 1989, quatro meses antes de o jornal sair para as bancas.
O jornal Público integrou-se em 1991 na World Media Network que consiste em uma associação de diversos jornais de referência no mundo que incluía, por exemplo, o jornal alemão Süddeutsche Zeitung, o espanhol El País, o francês Libération e o italiano La Stampa, com a qual publicou vários suplementos especiais.

Manuel de Arriaga



Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue BTO (Ilha do Pico,Guindaste, 8 de Julho de 1840 — Lisboa5 de Março de 1917) foi um advogado, professor, escritor e político de origem açoriana. Grande orador e membro destacado da geração doutrinária do republicanismo português, foi dirigente e um dos principais ideólogos do Partido Republicano Português. A 24 de Agosto de 1911 tornou-se no primeiro presidente eleito da República Portuguesa, sucedendo na chefia do Estado aoGoverno Provisório presidido por Teófilo Braga. Exerceu aquelas funções até 29 de Maio de 1915,[1] data em que foi obrigado a demitir-se, sendo substituído no cargo pelo mesmo Teófilo Braga, que como substituto completou o tempo restante do mandato.[2]

quarta-feira, 2 de março de 2016

Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não-Violência

Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não-Violência foi escrito por um grupo de vencedores do Prêmio Nobel da Paz com o objetivo de criar um senso de responsabilidade pessoal em relação à humanidade. Foi lançado em Paris no dia 4 de março de 1999 e está aberto para assinaturas do público geral em todo o mundo. http://www3.unesco.org/manifesto2000/uk/uk_f_masign.asp
O Manifesto está pautado em seis pontos:
  1. Rejeitar a violência
  2. Ser Generoso
  3. Ouvir para compreender
  4. Preservar o planeta
  5. Redescobrir a solidariedade
  6. Ajudar uns aos outros

Luís de Montalvor

Luís de Montalvor
(1891-1947)
Pseudónimo do poeta português Luís da Silva Ramos. Nasceu em S. Vicente, Cabo Verde a 31 de Janeiro de 1891 e faleceu em Lisboa a 2 de Março de 1947. Muito novo veio viver para Lisboa, mas enquanto residiu no Brasil foi secretário de Bernardino Machado (1912-1915).Regressou a Lisboa, com Ronald de Carvalho e fundou a revista Orpheu em 1915. Lançou ainda a revista Centauro 1916 e a editorial Ática, revelando-se um inovador nas artes gráficas.
As palavras que escreve para a Introdução do Orpheu são a expressão de um decadentismo refinado no sentido da forma. «Bem propriamente, Orpheu, é um exílio de temperamentos de arte que a querem como a um segredo ou tormento...». E quando, no ano seguinte, publica o primeiro e único número da «Revista trimestral de literatura», de que é director - Centauro -, repete com mais precisão agora o seu programa de «decadente». «Somos os descendentes do século da Decadência», escreveu na Tentativa de um Ensaio sobre a Decadência. E insistia: «Onde somos hoje decadentes foram os de outros tempos nossos precursores. Se nos apelidamos ou nos apelidaram caracteristicamente de decadentes é porque temos um sentido próprio de decadência, sem deixar contudo de poder ser outra coisa. Somos mais propriamente decadentes, não porque isto implique um conjunto fatal de circunstâncias ou um resultado de estádios morais ou sociais, mas mais verdadeiramente porque fizemos e temos um conceito, uma teoria deliberada, e damos um sentido ao pensamento decadente». Curta obra, de fôlego débil, na poesia de Montalvor se realiza, no entanto, a mais perfeita tentativa de «poesia pura» do movimento do Orpheu.
Não há versos de Luís de Montalvor no órgão decadentista. Dispersos por várias revistas - Orpheu, Contemporânea, Presença, Cadernos de Poesia, etc. -, ainda hoje não estão reunidas em volume as composições que o poeta depurou e trabalhou num requintado culto da forma. Alguns críticos consideram Luís de Montalvor como um Mário de Sá Carneiro mais consciente e menos genial, espécie de retardatário do Simbolismo, sem mistificação, nem simulação, compartilhando, por engano, dos destinos de uma geração particularmente dada a esse duplo jogo.