quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Prémios Peddy Paper "À Descoberta da Biblioteca"

Eis os nossos vencedores no momento em que receberam da equipa da BE uma pequena lembrança...

8ºA: Inês Ramos, Marina Martins, Tatiana Aparício


8ºB: Cristina Maia,  Inês Reis, João Pais, Frederica Patrício


8ºC: Pedro Belizário, Bárbara Poço, Diana Pedro


9ºA: Maria Fael, Miguel Santos, Ana Almeida, Ana Almeida


9ºB: Catarina Dias, Kelly Quaresma, Rodrigo Gonçalves, João Carriço


PARABÉNS!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

MO YAN - Prémio Nobel da Literatura 2012

Um dos mais celebrados escritores no seu país, embora não isento de polémica, Mo Yan faz habitar a sua obra de um humanismo compassivo, habitualmente centrado na ruralidade da localidade em que nasceu a 5 de Março de 1955, Gaomi, na província de Shandong. O escritor, que lançou o seu primeiro romance, Falling Rain On a Spring Night, em 1981, mereceu a mais nobre distinção do mundo da literatura por ser, segundo comunicado pelo comité do Nobel, um autor "cujo realismo alucinatório funde contos tradicionais, História e contemporaneidade". A sua escrita, como é aliás reconhecido pelo próprio, é grandemente influenciada por William Faulkner, Gabriel Garcia Marquez.
A adaptação ao cinema de Milho Vermelho, em 1987, por Zhang Yimou e com a estrela Gong Li, filme determinante da chamada "Quinta Geração" que marcou uma nova era no cinema chinês, cimentou o seu estatuto na China e chamou a atenção do mundo. Traduções dos seus livros no Japão, França, Itália, Estados Unidos e Inglaterra cimentaram o seu estatuto internacional. Em Portugal, Mo Yan tem apenas um livro traduzido, Peito Grande, Ancas Largas, editado em 2007 pela Ulisseia. Publicada originalmente em 1995, a obra causou grande controvérsia na China devido ao teor sexual da história. Mo Yan foi obrigado a escrever uma autocrítica ao seu próprio livro, e, mais tarde, a retirá-lo de circulação. Esse episódio, aliado, por exemplo, à participação na cópia manuscrita de um discurso de Mao Zedong, em que este definia os parâmetros a seguir na arte e literatura chinesas, levou-o a ser considerado pelos opositores ao regime chinês como um autor alinhado, não independente. O pseudónimo Mo Yan, escolhido pelo homem nascido Guo Moye, significa em chinês "não fales". Dessa forma, ele que se diz sempre franco no seu discurso, lembrar-se-á constantemente de que não deve falar demasiado. Há outra leitura para o pseudónimo, esta literária. Para Mo Yan, "um escritor deve enterrar os seus pensamentos e transmiti-los através dos personagens dos seus romances".
Em 2009, numa conferência na Feira do Livro de Frankfurt, respondeu às acusações de falta de independência perante o poder. "Um escritor deve exprimir crítica e indignação perante o lado negro da sociedade e a fealdade da natureza humana, mas não devemos recorrer a formas de expressão uniformes. Alguns poderão querer gritar nas ruas, mas devemos tolerar aqueles que se escondem nos seus quartos e usam a literatura para transmitir as suas opiniões".
Mo Yan abandonou os estudos muito jovem devido à turbulência causada pela Revolução Cultural e trabalhou numa quinta antes de, em 1973, se empregar como operário fabril. Alistou-se no Exército de Libertação do Povo Chinês (ELPC) três anos depois, iniciou-se na publicação em 1981 e, mais tarde, entre 1984 e 1986, estudou literatura na Academia das Artes do ELPC. Vencedor o ano passado do mais importante prémio literário chinês, o Mao Dun, Mo Yan é também vice-presidente da Associação de Escritores da China.
Entre a sua obra, onde se incluem dezenas de contos, destacam-se romances como The Garlic Ballads, The Republic of Wine, ou o supracitado Peito Grande, Ancas Largas. Segundo a Wikipedia, o seu penúltimo livro, Life And Death Are Wearing Me Out, foi escrito em apenas 43 dias, inscrevendo os mais de 500 mil caracteres do manuscrito original em papel chinês tradicional e usando apenas tinta e pincel. O último, Frog, incide sobre os abortos forçados que resultam da política estatal de controlo de natalidade ("um casal, um filho"). […]
Mo Yan entra agora no restrito grupo de 109 autores que receberam o Nobel da Literatura desde 1901. Desses 109, 12 são mulheres e dois recusaram o prémio: Boris Pasternak (1958) rejeitou “por causa do significado que este prémio tem para a sociedade soviética” (a medalha acabou por ser entregue ao filho, Yevgenii Borisovich Pasternak, em Dezembro de 1989, quase três décadas após a morte do escritor); e Jean Paul Sartre (1964), que declinou porque sempre rejeitou honrarias, e além disso achava que a distribuição dos prémios não respeitava a igualdade entre culturas e povos.
Os Prémios Nobel, atribuídos em diferentes categorias, são um legado de Alfred Nobel, que deixou escrito em testamento, em 1895, que parte significativa da sua fortuna seria destinada aos prémios, sendo uma das categorias a Literatura.
Fonte: http://www.publico.pt/Cultura/nobel-da-literatura-2012-para-chines-mo-yan-1566876?all=1


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

VENCEDORES DO PEDDY PAPER "À DESCOBERTA DA BIBLIOTECA"

Nos dias 2 e 9 de outubro a BE viveu momentos de excepcional movimentação quando os alunos do 8º e 9ºanos nos visitaram e aceitaram o desafio de realizar um Peddy Paper na Biblioteca que lhes permitiu conhecer melhor os serviços disponibilizados e as diversas formas de pesquisa e de catalogação do acervo bibliográfico da BE. Os alunos responderam ao desafio com entusiasmo e empenho num trabalho de equipa que teve como vencedoras as seguintes equipas:

8ºA - Inês Ramos, Mariana Martins, Tatiana Aparício
8ºB - Cristina Maia, Frederica Patrício, Inês Reis, João Pais
8ºC - Bárbara Poço, Diana Pedro, Pedro Belizário
 
9ºA - Ana  Almeida, Maria Fael, MiguelSantos
9ºB - Catarina Dias, João Carriço, Kelly Quaresma, Rodrigo Gonçalves
 
PARABÉNS!
 
Convidamos os vencedores das diferentes turmas a vir receber o prémio à BE na  próxima terça-feira, dia 16 de outubro, às 15:05h.
 
 
A BE agradece a colaboração dos alunos nesta atividade bem como dos professores que os acompanharam. Bem Hajam.
 







 

terça-feira, 25 de setembro de 2012


Bem vindos,

Depois de mais de dois meses de interrupção o blogue da BE volta, agora, para dar a conhecer as atividades que se denvolvem neste espaço e que esperamos que todos visitem com assiduidade. Devemos dizer, sem falsa modéstias, que este é um dos melhores espaços da Campos Melo. Há muito para ver, ler, consultar, pesquisar...

Para aqueles alunos que vêm pela primeira vez, aqui fica uma série de informações úteis.

A equipa da BE deseja a todos um ótimo ano letivo!

Aguardamos a vossa visita.



segunda-feira, 18 de junho de 2012

Drª Isabel Marques - "Serviços de Biblioteca: Direitos de Autor e Livre Acesso"

       No dia 13 de junho, a Drª Isabel Marques, Coordenadora Interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, dinamizou, no auditório da ESCM, uma sessão de formação subordinada ao tema "Serviços de Biblioteca: Direitos de Autor e Livre Acesso".
       A sessão foi muito interessante e estimulante quer pela importância do tema quer pela dinâmica criada pela própria oradora.
       No fim, todos os que tiveram oportunidade de participar consideraram esta iniciativa muito enriquecedora, salientando também a importância deste tipo de sessões.
       A BE agradece, mais uma vez, toda a disponibilidade demonstrada pela Drª Isabel Marques não só pela dinamização desta sessão mas também por todo o acompanhamento que foi proporcionando ao longo do ano. Bem haja.




domingo, 10 de junho de 2012

10 DE JUNHO - DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS


No dia 10 de Junho celebra-se em Portugal o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
O feriado nacional assinala o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, que representa o génio da pátria e da língua portuguesa, sobretudo devido à forma esplendorosa como descreveu a História dos Portugueses n’ Os Lusíadas.
O Dia de Portugal comemora-se desde 1924. Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça. Em 1978, após a Revolução do 25 de Abril de 1974 que marcou o fim do regime ditatorial do Estado Novo, passa a designar-se Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Neste dia, o Presidente da República e altas individualidades do Estado participam em cerimónias de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem em cidades diferentes todos os anos. Este ano, as cerimónias realizaram-se em Lisboa, no Centro Cultural de Belém.
Nesta comemoração alia-se a portugalidade com o génio do poeta e com o espírito aventureiro dos portugueses, que, tal como nos tempos da expansão marítima, de grandiosidade portuguesa, em que Portugal “deu mundos ao mundo”, continuam espalhados pelos vários continentes, levando consigo o saber, a língua, a cultura e as raízes nacionais. Esses portugueses “dos quatro cantos do mundo” são deveras importantes para a expansão da importância de Portugal, daí a justiça da associação das Comunidades Portuguesas ao feriado que comemora o dia de Portugal e de Camões.