As suas palavras foram ouvidas com muita atenção e interesse por parte de todos e no final algumas alunas deliciaram a plateia com os seus dotes musicais.
Mostrar mensagens com a etiqueta Escritoras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escritoras. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 22 de maio de 2018
Susana Campos
No dia 17 de maio teve lugar, na Biblioteca da ESCM, uma sessão com a escritora Susana Campos.
As suas palavras foram ouvidas com muita atenção e interesse por parte de todos e no final algumas alunas deliciaram a plateia com os seus dotes musicais.
As suas palavras foram ouvidas com muita atenção e interesse por parte de todos e no final algumas alunas deliciaram a plateia com os seus dotes musicais.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Sophia de Mello Breyner Andresen
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919 no Porto.[2][3] Sophia era filha de Maria Amélia de Mello Breyner e de João Henrique Andresen. Tem origem dinamarquesa pelo lado paterno. O seu avô, Jan Andresen, desembarcou um dia no Porto e nunca mais abandonou esta região, tendo o seu filho João Henrique, em 1895, comprado a Quinta do Campo Alegre, hoje Jardim Botânico do Porto.[4] Como afirmou em entrevista, em 1993,[5] essa quinta "foi um território fabuloso com uma grande e rica família servida por uma criadagem numerosa".[4] A mãe, Maria Amélia de Mello Breyner, é filha de Tomás de Mello Breyner, conde de Mafra, médico e amigo do rei D. Carlos. Maria Amélia é também neta do capitalista Henrique Burnay, de uma família belgaradicada em Portugal, e futuro conde de Burnay.
Criada na velha aristocracia portuguesa, educada nos valores tradicionais da moral cristã, foi dirigente de movimentos universitários católicos quando frequentava Filologia Clássica na Universidade de Lisboa (1936-1939)[2][3] que nunca chegou a concluir. Colaborou na revista "Cadernos de Poesia", onde fez amizades com autores influentes e reconhecidos: Ruy Cinatti e Jorge de Sena.[2][3] Veio a tornar-se uma das figuras mais representativas de uma atitude política liberal, apoiando o movimento monárquico e denunciando o regime salazarista e os seus seguidores. Ficou célebre como canção de intervenção dos Católicos Progressistas a sua "Cantata da Paz", também conhecida e chamada pelo seu refrão: "Vemos, Ouvimos e Lemos. Não podemos ignorar!"
Casou-se, em 1946, com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares[2][3] e foi mãe de cinco filhos: uma professora universitária de Letras, um jornalista e escritor de renome (Miguel Sousa Tavares), um pintor e ceramista e mais uma filha que é terapeuta ocupacional e herdou o nome da mãe. Os filhos motivaram-na a escrever contos infantis.
Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesia pela Sociedade Portuguesa de Escritores pelo seu livro Livro sexto. Já depois da Revolução de 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto numa lista do Partido Socialista, enquanto o seu marido navegava rumo ao Partido Social Democrata.
Distinguiu-se também como contista (Contos Exemplares) e autora de livros infantis (A Menina do Mar, O Cavaleiro da Dinamarca, A Floresta, O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana, etc.). Foi também tradutora de Dante Alighieri e de Shakespeare e membro da Academia das Ciências de Lisboa. Para além do Prémio Camões, foi agraciada com um Doutoramento Honoris Causa em 1998 pela Universidade de Aveiro[6] e também foi distinguida com o Prémio Rainha Sofia, em 2003.
Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu, aos 84 anos, no dia 2 de Julho de 2004, em Lisboa,[2][3] no Hospital Pulido Valente.[7] O seu corpo foi sepultado no Cemitério de Carnide. Em 20 de fevereiro de 2014, a Assembleia da República decidiu homenagear por unanimidade a poetisa com honras de Panteão.[8][9] A cerimónia de trasladação teve lugar a 2 de julho de 2014.[10][11]
Desde 2005, no Oceanário de Lisboa, os seus poemas com ligação forte ao Mar foram colocados para leitura permanente nas zonas de descanso da exposição, permitindo aos visitantes absorverem a força da sua escrita enquanto estão imersos numa visão de fundo do mar.
terça-feira, 4 de abril de 2017
Maria João Lopo de Carvalho na ESCM
Maria João Lopo de Carvalho, de seu nome completo Maria João Mendonça Lopo de Carvalho, é uma empresária e escritora portuguesa.Wikipédia.
Na passada 5ªfeira esteve na nossa escola e protagonizou uma sessão muito interessante sobre a sua obra. Alunos e professores ouviram a escritora e sentiram-se envolvidos e atraídos pelos seus livros.
terça-feira, 21 de março de 2017
Patrícia R - OS HOMENS NUNCA SABERÃO NADA DISTO
Na passada quarta-feira, dia 15 de março, teve lugar na biblioteca uma sessão com a escritora Patrícia R . A Escritora expôs uma das suas últimas obras: Os Homens Nunca Saberão Nada Disto. A assembleia esteve atenta e interessada e no final muitos alunos e professores trocaram ideias com a escritora e puderam adquirir exemplares autografados.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Simone de Beauvoir
Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, mais conhecida como Simone de Beauvoir (francês: [simɔn də bovwaʁ])Paris, 9 de janeiro de 1908 — Paris, 14 de abril de 1986), foi uma escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política,feminista e teórica social francesa. Embora não se considerasse uma filósofa, De Beauvoir teve uma influência significativa tanto no existencialismo feminista quanto na teoria feminista.
---------------------------------------------------------
De Beauvoir escreveu romances, ensaios, biografias, autobiografia e monografias sobre filosofia, política e questões sociais. Ela é conhecida por seu tratado O Segundo Sexo, de 1949, uma análise detalhada da opressão das mulheres e um tratado fundamental do feminismo contemporâneo, além de seus romances A Convidada e Os Mandarins. Ela lecionou em várias instituições escolares no período entre 1931 a 1943. Nos anos 1940 ela integrava um círculo de filósofos literatos que conferiam ao existencialismo um aspecto literário, sendo que seus livros enfocavam os elementos mais importantes da filosofia existencialista.
------------------------------------------------------------
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Lídia Jorge ganhou o prémio Urbano Tavares Rodrigues
A escritora Lídia Jorge ganhou o prémio Urbano Tavares Rodrigues, com o romance “Os Memoráveis”, no valor de 7.500 euros, anunciou a Fenprof, que instituiu o galardão e que, com ele, assinalou o Dia Mundial do Professor (celebrado a 5 de outubro).
O prémio foi atribuído por unanimidade pelo júri – os escritores e professores Teresa Martins Marques, José Manuel Mendes e Paulo Sucena – à obra publicada em 2014.
Em comunicado, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) refere que o júri considerou que o romance “constitui uma assumida marca de cidadania ao trazer a Revolução de Abril de 1974 para as páginas de uma obra literária, cuja intensidade de linguagem e mestria narrativa, conjugada por uma hábil técnica compositiva, faz dela uma notável presença na literatura portuguesa contemporânea”.
O galardão destina-se em exclusivo a obras publicadas por professores, no ativo ou não, no ano anterior à sua atribuição.
Lídia Jorge foi professora do ensino secundário, e publicou a sua primeira obra, “O Dia dos Prodígios”, em 1980.
A escritora já recebeu, entre outros, o Prémio Dom Dinis, o Prémio PEN Clube, o Grande Prémio de Romance de Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE) e o Prémio Jean Monet de Literatura Europeia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



